Enquanto Laerte e Natália se entregavam àquela noite intensa, em outra parte da cidade, a mansão de Glauco respirava silêncio.
Amália estava na sala de estar, sozinha, diante da lareira apagada. O relógio de parede marcava as horas arrastadas, e cada tic-tac parecia ecoar dentro dela.
Glauco demorava mais do que o habitual. Ela sabia que ele tinha inúmeras pendências a resolver antes da partida, mas, ainda assim, sentia sua falta, queria aproveitar cada instante ao lado dele.
O jantar permaneci