Giorgio pensava se devia ou não revelar. Observava o corte da roupa, o porte de Glauco, e percebeu que ele não era um homem comum. Rico, poderoso… talvez até um daqueles tipos excêntricos que pagariam qualquer quantia por uma mulher.
— Sim… eu fiz a negociação dela para um cliente. — Giorgio respondeu por fim, a voz baixa. — Mas não sei se ele vai querer vendê-la para você. Ele parece gostar muito dela.
Glauco manteve o semblante inalterado.
— Se convencê-lo a me vender, pode ficar com a corret