168-"Dona do próprio destino."

O homem gritou, apavorado, quando foi puxado à força para dentro do carro.

— Anda! Ordenou Glauco, enquanto Laerte assumia o volante com firmeza.

Saíram do condomínio em velocidade, levando o prisioneiro para uma estrada isolada. O homem, tremendo, insistia em perguntas entre soluços:

— O que querem comigo? Quem são vocês?!

Assim que o puxaram para dentro, Glauco não perdeu tempo: algemou-o para impedir qualquer tentativa de fuga.

— Alguém que você jamais gostaria de ter encontrado. Murmurou, a voz baixa e gélida. — Mas temos algumas perguntas… e se me der o que quero, talvez saia vivo daqui.

Laerte manteve os olhos fixos na estrada, sem sequer se virar.

Depois de quase uma hora, reduziu a velocidade, parando o carro à beira de um penhasco. O mar rugia lá embaixo, e o vento carregava o cheiro salgado das ondas. Glauco abriu a porta, arrastando Ramón pelo colarinho até a borda. O homem, de joelhos, podia sentir a vertigem e a brisa gelada nas costas.

Foi então que Laerte puxou a arma,
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