Glauco caminhou pelo corredor, os olhos fixos no vazio daquele pequeno quarto. Cada detalhe vivido ali voltava à sua mente como um punhal. Bebia como se o álcool pudesse anestesiar as dores e afogar as lembranças.
Via Amália na tina, lembrava-se dela preparando sua comida, dele provocando-a e sendo expulso com a língua afiada dela. Sorriu, mas logo o riso morreu em tristeza, e as lágrimas brotaram em seus olhos.
Quando Sofia o abandonou, ele sofreu, achou que ia enlouquecer. Mas não. Agora, no