Amália sem encará-lo:
— É para o risoto.
— Ok . Respondeu, dirigindo-se à adega e retornando com uma garrafa nas mãos.
Ela agradeceu, mas hesitou ao ver que estava lacrada.
— Poderia abrir para mim?
Ele a olhou. Os olhos azuis dela sempre pareciam lhe dizer mais do que as palavras.
— Vamos lá. Respondeu, pegando a garrafa e caminhando à frente.
Na cozinha, Amália manteve certa distância. Observava os movimentos dele: a firmeza ao girar o saca-rolhas, a leveza com que mexia a colher e provava o