Mas é real.
A noite em Palermo era silenciosa quando chegamos à mansão. O motorista parou o carro suavemente diante da entrada principal, e Giovanni saiu primeiro, abrindo a porta para mim. Salvatore veio logo atrás, me lançando um olhar que dizia mais do que qualquer palavra dita durante o trajeto. Mas, naquela hora, eu só queria a mim mesma.
— Vou para o meu quarto — murmurei, antes mesmo de subir os degraus da escada.
Ninguém me impediu. Havia um respeito novo pairando entre nós, quase reverente.
Caminh