Acordei com a respiração dele roçando minha coxa.
Não era sonho — era Salvatore. De verdade, inteiro, ali, entre minhas pernas. A luz da manhã já vazava pelas frestas da cortina, suave, dourada, mas o calor que se espalhava em mim vinha dele.
— Buongiorno, amore mio — ele murmurou, a voz grave, rouca, preguiçosa de sono e cheia de desejo.
Estávamos nus sob os lençóis amassados, e ele me olhava como se fosse o primeiro dia que me via. Como se meu corpo fosse um presente que ele ainda não tivesse