Acordei sozinha na cama, mas o cheiro de café e pão fresco me puxou da preguiça. Espreguicei devagar, os lençóis ainda quentes do nosso corpo, e sorri com a lembrança da noite anterior. Ele tinha sido tão meu. E eu, completamente dele.
Levantei sem pressa, com o corpo ainda meio mole, coloquei só a calcinha e prendi o cabelo num coque frouxo. Desci as escadas descalça, sem fazer muito barulho, sentindo o chão gelado sob os pés enquanto o aroma da cozinha ficava mais forte.
Salvatore estava na s