No nosso agora.
Salvatore
Um ano. Doze meses desde que a poeira baixou e a vida começou a ter outro gosto. Um gosto mais leve… mais doce.
O sol da Sicília batia oblíquo quando Giovanni e eu saímos do galpão. A porta de ferro se fechou atrás da gente com aquele rangido arrastado que eu conhecia bem demais. Meu corpo ainda guardava o peso da tensão, mesmo que o coração já estivesse em outro lugar.
Não dissemos nada por alguns segundos. Apenas caminhamos em silêncio até o carro. Os mesmos passos de sempre, o mesm