Amara
Apolo me coloca em um sofá imenso em uma sala ampla, decorada com antiguidades que pareciam ter séculos de existência. Havia quadros enormes com molduras douradas, vasos delicados, móveis pesados e elegantes. Era como se eu tivesse voltado no tempo e entrado direto na era vitoriana. Meus olhos percorriam cada canto com fascínio e desconfiança, quando de repente uma garota, provavelmente da minha idade, surgiu correndo em direção aos dois irmãos e os abraçou com carinho.
Por um momento, um