A casa estava mergulhada em um silêncio estranho depois que o Conselho partiu. As paredes guardavam segredos, e até a lua parecia observar atenta pela grande janela da sala de pedras.
Naquele silêncio, a Banshee caminhava sozinha pelos corredores, o vestido escuro arrastando pelo chão, como um espectro. Sua presença sempre fora respeitada e temida. A voz, quando se libertava em gritos proféticos, carregava o peso da morte e do futuro. Mas nem sempre ela queria falar. Nem sempre ela queria saber