A porta do quarto se fechou atrás deles, deixando Amara sozinha no silêncio da noite. Arthur e Apolo caminharam pelos corredores de pedra até o salão menor, um espaço afastado, quase sempre vazio. O fogo na lareira ainda queimava, lançando sombras irregulares pelas paredes, mas o ambiente estava frio.
Apolo jogou-se na poltrona com violência, o punho cerrado e os olhos faiscando. Arthur permaneceu de pé, andando de um lado para o outro como uma fera enjaulada. O silêncio era pesado, até que Apo