Os dedos do Rei do Norte se embrenharam com mais força nos meus cachos recém-soltos. Ele não puxou com a brutalidade do guerreiro no salão; ele fechou a mão, transformando o meu cabelo numa corda macia que o conectava a mim, e me puxou um passo para a frente.
O meu corpo colidiu contra as pernas abertas dele.
O ar do quarto pareceu desaparecer. Eu estava presa no espaço entre as coxas do monstro, de pé, enquanto ele continuava sentado na borda de pedra da tina fumegante. O calor que emanava do