O som de vidro quebrado sendo esmagado sob a bota de Soren ecoou na pequena enfermaria, mas o barulho pareceu distante, abafado pelo zumbido ensurdecedor do meu próprio sangue.
O espaço ao nosso redor encolheu. A sala rústica de repente parecia não ter oxigênio suficiente. O cheiro de álcool derramado no chão misturou-se de forma inebriante com o odor de menta, suor e daquele poder primitivo que irradiava dele.
Soren não me soltou. Com um movimento brusco que me arrancou um arquejo, ele escorre