O peso do corpo dele contra o meu era uma muralha de calor e músculos cravada na minha frente. O vestido de seda preta que as criaturas tinham colocado em mim, fino como um suspiro, já estava ensopado pelo contato com a pele molhada dele e pelo vapor do quarto. Não havia mais barreira entre nós. A umidade colava a minha barriga na dele, deixando ridiculamente claro o contraste absurdo entre o predador de mais de dois metros e a oferenda miserável esmagada contra a porta.
— Você não respira — el