66. Retorno ao dever
Fiquei vagando pelos corredores por alguns minutos, até encontrar abrigo no jardim interno. O som da fonte central era reconfortante, e o vento noturno começava a soprar com suavidade, trazendo o cheiro das flores do outono. Sentei-me num dos bancos de pedra, abraçando as pernas. Eu estava cansada, suja, com as asas ainda sujas de barro e folhas. Mas o que doía mais era outra coisa. Aquilo que não conseguia nomear direito: uma mistura de saudade, confusão, medo… e um peso novo, mais denso. Como