O caminho de volta parecia menos uma travessia e mais um renascimento.
Saímos do Templo de Velyr com passos silenciosos, como se os ecos do que havíamos enfrentado ainda reverberassem sob a pele e na alma. As árvores antigas, que antes se dobravam como espectros, agora nos deixavam passar, erguendo os galhos para o céu limpo e claro, como numa saudação silenciosa.
O ar… era puro.
O mundo… estava intacto.
O sol aquecia