Mundo de ficçãoIniciar sessãoUm ano e meio após a morte de Antony e Emily, as coisas começam a piorar.
Ler maisTudo ocorreu de acordo com o esperado, mesmo depois de alguns contratempos, finalmente estavam pousando no aeroporto de Raise City. A mulher encarou o céu cinzento tentando avistar o sol, ou alguns raios que sejam, porém, sem nenhum sucesso, pois o frio a neve e a escuridão parcial do dia se faziam presentes de maneira forte e implacável. Emília e Cléber entraram na limusine que os levaria ao lugar que tanto procuravam. As ruas da cidade estavam quase desérticas, alguns comércios ainda estavam fechados mesmo com o avanço do dia, na verdade, era até estranho, já que o ano novo havia se indicado pouco mais de dois dias atrás. Aquela cidade estava mais fria que o normal, a respiração se tornava fria assim que deixava o corpo quente. — Muito quieto e silencioso por aqui… — Cléber comentou quebrando o silêncio. — Agora que eu entendo o que somos, acho que preferia quando estávamos alheios a tudo. — resmungou. Cléber a abraçou
A nossa terra… Uma pequena esfera cheia de vida em meio a grande imensidão do espaço. No início, os demônios, tomavam conta, mas com muita luta foram vencidos, porém, milhares de anos depois eles ressurgiram com força total, prontos para destruir-nos sem um pingo de Piedade. Em todos os cinco continentes houveram ataques das forças de Trinity Maquiavel, por mais que fossem fracos, comparados aos ataques em Raise City para exterminar os Guerreiros Celestes, ainda assim tiveram suas consequências. As sedes da Corporação nas capitais, não fazia ideia do que estava havendo, e que todos os ataques ali presentes tinham ligação com Trinity. É certo que algo grande estava por vir, maior do que qualquer ser humano fosse capaz de suportar, mas até quando essa tormenta continuará? Pelas ruas de uma pequena favela, um casal caminha sorrateiramente, por entre os becos escuros e pessoas amedronta
EMELIE Depois de uma noite mal dormida, devido às grandes reclamações de Ben sobre o quarto não estar a sua altura, levantamos bem cedo, a menina loira que estava com Calebe veio nos trazer o café da manhã e após nos encarar por um tempo, apenas saiu sem dizer nada. Na minha opinião, Ben, se tornou um pouco ranzinza depois que Dara informou que ficaria ausente por um tempo. Esperamos por algumas horas, que aparentavam ser uma eternidade, pensei que nossa presença só seria requerida à tarde. Com algumas batidas na porta, desperto dos devaneios e encaro a garota que veio nos guiar até a tal sala de reunião. Vitória, se não me engano, é o seu nome, negra, olhos castanhos, cabelos com cachos super definidos, pele sedosa e um sorriso de dar inveja. — O morcego zumbi, quero dizer, Calebe, ‘’pediu" educadamente para eu vir buscá-los. — informou me encarando. — Então, vamos! — Benjamim diz se levantando. — Espera! — ela quase
VITÓRIA Estávamos há duas horas acordados esperando o morcego zumbi aparecer, mas claro que ele não perderia a chance de nos fazer esperar aqui. Confesso que fiquei muito curiosa com o que faríamos hoje e mais ainda com essa tal "informação importante" que ele possui e não quis falar, mesmo que eu tenha ido noite passada em seu quarto e ficado meia hora chorando aos seus pés implorando para que me contasse ao menos um pedacinho. Me humilhei atoa, fiz tudo isso para no fim acabar sendo enxotada para fora do quarto por um Calebe muito zangado. O que podia fazer, o perigo me atrai do mesmo modo que mel atrai ursos famintos. Eu não estou faminta, não por comida, mas por informação. Algo me diz que um acontecimento importante está por vir, que vai mudar o rumo de tudo. — Vitória! — Gisele resmungou — Pare com isso agora. A encarei com a sobrancelha arqueada, depois olhei para o lápis em minha mão, o qual eu estava usando pa
Último capítulo