Eu desperto.
Calor. Chamas. O cheiro acre de carne queimada e metal retorcido.
Os gritos parecem distantes, como ecos de um pesadelo. Tiros. Explosões. O mundo ainda treme. Tudo é barulho, caos e morte.
Minha visão se ajusta. Meu corpo está coberto de apêndices metálicos, filamentos vivos de polímeros reforçados que se agarram aos destroços ao redor, puxando matéria para reconstruir meu braço arrancado. A estrutura se refaz camada por camada, até que os dedos finalmente respondem ao meu comando