Ponto de vista do narrador
O quarto do hospital estava silencioso, iluminado apenas pela luz suave que entrava pela janela. Natália dormia profundamente, o rosto finalmente relaxado após dias de tensão. A mão repousava sobre a barriga arredondada, como se protegesse instintivamente os dois pequenos corações que cresciam dentro dela.
Carlos Eduardo observava aquela cena com o peito apertado. Tudo o que estavam prestes a fazer — mentiras calculadas, armadilhas silenciosas, jogos de poder — não p