Ponto de vista do narrador
A noite já havia caído quando Carlos Eduardo encontrou o pai no escritório da mansão.
As paredes de vidro inteligente estavam opacas, isolando o ambiente do restante da casa. Dados silenciosos corriam em hologramas suspensos, mas nenhum deles realmente importava. Carlos Alberto estava de pé, olhando para a cidade parecia imerso em pensamentos.
Carlos Eduardo fechou a porta atrás de si.
— Pai — a voz saiu controlada demais. — Eu preciso te perguntar uma coisa. E p