A explosão foi como um soco no estômago. O som reverberou pelas paredes da mansão, atravessando os corredores e invadindo o escritório onde Pietro, Matia e eu discutíamos estratégias. Antes que pudesse processar o que estava acontecendo, meu instinto falou mais alto. Eu precisava estar com ela.
"Elena!" Gritei, sem pensar. Meus pés já estavam em movimento, correndo para as escadas.
Pietro e Matia ainda discutiam, mas eu não podia esperar. Sabia que ela estava no segundo andar, sozinha, dormindo.