Mundo de ficçãoIniciar sessãoSamantha é uma jovem que ficou órfã aos 14anos. Morava com a madrasta que a colocou para fora de casa. Agora Samantha precisa aprender a viver sozinha enfrentando as dificuldades que a vida lhe reservou. Mas a sorte dela muda, assim que consegue um emprego de arrumadeira no Hotel Grand Palace Sant'doro. Enrico é o Ceo do hotel. um homem frio, calculista, muito bonito e que depois de um incidente, se apaixona por Samantha. O que será que o destino separou para os dois?
Ler maisEnricoTudo aconteceu muito rápido, fui amarrado naquele barco que possuía uma bomba. O plano deles era me matar, pois sabiam que estávamos organizando uma invasão na sede da Máfia inglesa. Eles agiram mais rápido! Conseguiram me pegar usando o meu bem mais precioso como isca.Ali eu já sabia que não dava mais, eu teria que me sacrificar por ela, ou melhor, por elas. Mas antes da bomba explodir tudo consegui soltar, mas fui atingido por destroços do barco, me deixando inconsciente. Fui resgatado por moradores locais que me levaram a um hospital. Ninguém sabia quem eu era, estava muito machucado, não sentia minhas pernas. Os dias naquele hospital foram passando, consegui recuperar a consciência e entrei em contato com a Organização. Me levaram para a Itália, me explicaram tudo que aconteceu, e acompanhei o sofrimento da minha família de longe. Vi eles enterrarem um corpo que não era o meu. Lorenzo foi orientado a reconhecer um corpo que não era o meu. Eu não poderia aparecer para Saman
O tempo tinha passado.Sete anos.Sete anos desde que Mariana nasceu, desde que nossa vida ganhou sentido, desde que eu achei que finalmente tudo estava no lugar certo.Mariana já não era mais um bebê.Era uma menina de sete anos, cheia de vida, inteligente, observadora… com o sorriso dele e a personalidade também.Porque cada vez que eu olhava para ela… eu via Enrico. E eu me sentia feliz por isso. SimNa forma como ela sorria de lado. Na maneira como me observava em silêncio. No jeito como segurava minha mão quando percebia que eu não estava bem.Após um dia de muita correria, estava sentada na sala, Mariana ainda estava em sua aula particular de inglês que ela fazia em casa, Enrico chegou mais cedo, com um sorriso maravilhoso no rosto e um convite , uma viagem, um final de semana na Maldivas, em comemoração ao nosso aniversário de casamento— Só um final de semana — Enrico disse, segurando meu rosto com carinho — A gente precisa disso.Eu hesitei.— E a Mariana?— Vai ficar com meus
Os primeiros dias depois do nascimento de Mariana foram os mais intensos da minha vida.Meu corpo doía de formas que eu nunca imaginei.Eu me sentia cansada, frágil… e, ao mesmo tempo, completamente preenchida.Cada vez que eu olhava para ela… tudo valia a pena.Mariana era pequena, delicada e perfeita.E Enrico… completamente rendido.Eu nunca o tinha visto assim.Ele observava cada movimento dela como se estivesse assistindo ao maior espetáculo do mundo. Com o nascimento dela, ele conseguiu uns dias de folga na Organização.— Ela se parece com você — eu disse, sorrindo.— Não… — ele respondeu, passando o dedo delicadamente pelo rosto dela — ela é mais bonita. Ela tem seus traços, seus olhos. Ela é linda feito você.Eu ri, mas, no fundo, concordava.Caterina assumiu o controle da casa. Ela organizava os horários, cuidava da casa, orientava cada detalhe.Alice ficava comigo, me ajudava em tudo, ficava com Mariana uma vez ou outra para que eu pudesse descansar um pouco. Ela revesava com E
Quando cheguei à Itália, senti como se estivesse atravessando não apenas um oceano… mas uma linha invisível que separava tudo o que eu conhecia daquilo que eu ainda iria descobrir. Embora já estivesse passado um dos momentos mais felizes aqui, e também o mais angustiante.O ar era diferente. Mais frio. Mais silencioso.As construções antigas, elegantes, carregavam histórias que eu não conhecia, mas que, de alguma forma, me faziam sentir pequena… e ao mesmo tempo, parte de algo maior.Segurei a mão de Enrico com força assim que saímos do aeroporto. Uma pequena onde de medo percorreu minha mente, mas eu precisava acreditar que dessa vez seria diferente.Precisava sentir que, mesmo em um lugar completamente novo, eu ainda tinha um lar.E o meu lar… era ele. Só o que me importava era estar junto dele.Os primeiros dias foram de adaptação.Eu acordava cedo, ainda confusa com o fuso horário, caminhava pela casa em silêncio, observando cada detalhe. Uma equipe de funcionários já estava ao no





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