Capítulo 37

LUCILE

O carro desliza pelas ruas estreitas, e meu coração lateja com a sensação de estar num filme antigo. O motorista fala em italiano com o guia, que sorri ao me olhar pelo retrovisor.

— Buongiorno, signorina Lucile. — a pronúncia é leve, quase musical.

— Bom dia. — respondo, e ele ri.

— Já sabe um pouco?

— Só o básico: ciao, grazie, arrivederci.

Ele me corrige, repetindo devagar, e logo estou ensaiando os sons novos com um sotaque provavelmente horrível, mas que arranca dele um
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