Acordei com a sensação de calor.
Não um calor abafado de quarto, mas um calor específico… localizado… vivo demais para ser coincidência.
Meus olhos se abriram devagar, ainda pesados pela madrugada de insônia que Russ tinha me presenteado com suas provocações. Por um instante, pensei que tivesse sonhado. Que minha mente, cansada, tivesse inventado todas as palavras sussurradas ao meu ouvido.
Mas não. Ele estava ali. Russell Hardy Spencer, dono de uma voz capaz de despedaçar minha sanidad