Ah! Ah! Ah! Meu Deus… o que era aquela situação?
O cérebro de Amara parecia tomado por um vírus, confuso e sem lógica. Quando finalmente despertou daquele torpor, sua primeira reação foi tentar afastá-lo.
Mas Pitter apertou ainda mais os braços ao redor dela. Sua voz, baixa e quase suplicante, ecoou em seu ouvido:
— Não se mova. Apenas… deixe-me segurá-la por um tempo.
Amara ficou em silêncio. Como deveria responder a isso?
Droga. No fim, o que ele queria de verdade?
Ela havia evitado contato n