— Faz um favor pra mim?
A voz de Max surge pela porta do quarto, atrapalhando a minha leitura do trabalho de filosofia.
— Depende — respondo, sem nem olhar pra ele. — Se envolver criança, cachorro ou drama alheio, tô fora.
— Relaxa, é só ir até o apartamento da Elara — ele diz, calmo demais pro próprio bem. — Ela tá com problema pra mover uma mesa.
Levanto uma sobrancelha, devagar.
— Elara? Tipo… Elara Quinn?
— Aham. — Ele dá de ombros, pegando as chaves do carro no bolso. — Ia te avisar ante