Naquela manhã, a vila parecia um canteiro de obras misturado com uma festa. Caminhões chegavam trazendo vigas, telhas, sacos de cimento. Voluntários iam de um lado a outro carregando tábuas e baldes de tinta. As crianças corriam entre tudo aquilo, rindo como se o barulho dos martelos fosse música.
Eu parei diante do terreno que, poucas semanas antes, era só terra batida. Agora, minha casa tinha paredes, janelas e até a porta instalada, ainda sem pintura. O telhado estava quase pronto, e o cheir