O pátio amanheceu mais movimentado que nunca. Caixotes alinhados formavam uma pequena feira improvisada. Sobre eles, potes de geleia com etiquetas escritas à mão, cachos de tomate, alfaces frescas ainda úmidas de orvalho. Deborah caminhava de um lado a outro com a prancheta encostada no peito, fiscalizando cada detalhe como se fosse uma orquestra.
— Eu nunca pensei que ia viver pra ver isso — disse ela, quando passei por perto.
— Isso o quê? — perguntei, ajudando a empilhar potes.
— Esse lugar