Na manhã seguinte à tempestade, a base parecia outro lugar. O chão estava coberto de lama, e o cheiro de mofo grudava nas lonas, nas roupas, na pele. Deborah circulava de um lado pro outro com a prancheta, o cenho franzido num traço que não amolecia nem quando alguém tentava arrancar uma piada.
— Quantas caixas perdemos? — perguntou ela a um voluntário alto, que anotava números numa folha úmida.
— Cinco de mantimentos. Duas de material de higiene. E as velas… todas molhadas — disse ele, a voz p