Na manhã seguinte, o cheiro de terra molhada ainda pairava sobre tudo. Eu acordei com a claridade tímida entrando pela fresta da porta do alojamento. Por um instante, só fiquei deitada, ouvindo o vento lá fora, tentando nomear a sensação que morava no peito. Não era mais medo. Era outra coisa — algo parecido com gratidão.
June já estava de pé, tentando domar o cabelo que insistia em cair sobre o rosto. Quando percebeu que eu a observava, soltou um suspiro teatral.
— Bom dia, companheira de desa