Quando cheguei em meu apartamento, tirei o casaco e joguei as chaves em cima da bancada suspirando como se estivesse exausta. E eu estava. Não fisicamente, mas emocionalmente eu tinha corrido uma maratona.
Recostada na bancada enquanto tomava um gole de água eu percebi que ia gastar o resto do dia tentando esquecer tudo que Luís tinha me dito, todo o percurso e todas as vezes em que ele insistiu para que eu entrasse. E, para fazer isso, eu recorreria ao meu escape número um: a academia.
Após um