Desde aquela noite, aquela na qual eu tive um último vislumbre do meu passado no rosto calejado e cansado de Henry, as coisas têm sido mais leves e diferentes. Primeiro porque Henry deixou de ser um fantasma que me assombrava constantemente e se tornou apenas uma cicatriz antiga, quase invisível.
Segundo porque, desde que Laura foi demitida, ninguém, nem mesmo Ana, tem feito piadinhas ou me provocado. Ao menos, não na minha frente, e isso já era o suficiente. O que eu não sei não pode me assomb