Rocco Mancini
A fumaça do meu charuto se misturava à névoa baixa que subia das fontes da mansão. Do alto da varanda do meu escritório, eu, Rocco Mancini, observava o mundo que eu havia construído com sangue, suor e uma vigilância que nunca tirava férias. Meus olhos, no entanto, não estavam nos portões eletrônicos ou nos guardas posicionados estrategicamente nas sombras das oliveiras. Meus olhos estavam naquelas duas figuras à beira da piscina.
Minha filha, Vincenza, e minha afilhada, a futura