Luigi Mancini
Saí daquela escola com o sangue fervendo, sentindo o volante do Porsche como se fosse o pescoço de um inimigo. A imagem de Aurora saindo do carro, com aquele queixo erguido e os olhos faiscando uma independência que eu não conseguia domar, estava tatuada na minha retina. Eu a amava até a loucura, mas aquela resistência dela à ideia do nosso noivado... aquilo não era apenas nervosismo de noiva. Era uma barreira.
Eu precisava de respostas. Eu precisava que alguém me dissesse que eu