O burburinho na D’Abruzzi Corporation era quase palpável. Os corredores, antes frios e silenciosos como se exigia de uma corporação multinacional, agora pareciam sorrir discretamente ao ver Alicia passar.
Os olhares não eram invasivos. Eram respeitosos. Admirados. E, em muitos casos, verdadeiramente calorosos.
Afinal, todos já sabiam — mesmo que ainda não houvesse um anúncio formal — que Alicia Parker não era apenas a advogada interna responsável por estruturar os contratos mais importantes da