O chalé nos Alpes estava em silêncio. O tipo de silêncio que precede o terror.
Era madrugada quando o alerta soou. Um estalo no sensor térmico da entrada lateral. Depois, outro no telhado.
Enzo acordou primeiro. Rolou da cama com instinto de soldado. Pegou a arma silenciosa, olhou pelo visor digital da janela. Três figuras avançavam sorrateiras pela neve, encapuzadas, treinadas.
— Temos visita — sussurrou.
Valentina estava acordando, atordoada.
— Quem?
— Mercenários. Mas não os comuns.
E