O sol da tarde invade a casa com uma calma que parece permanente agora.
Não é mais uma pausa entre guerras.
É rotina.
É vida.
Estou no jardim, sentada em uma das cadeiras de madeira, observando enquanto Agnes corre pela grama com uma energia que parece inesgotável. Os cabelos dela balançam ao vento, o riso solto, leve… livre.
— Mamãe, olha! — ela grita, girando desajeitada, quase caindo.
Eu rio.
— Toma cuidado, amor!
Levo a mão até a barriga, já visivelmente maior desta vez. O ve