A casa ganhou um novo som.
Não é mais o silêncio calculado de antes, nem o eco distante de passos e decisões importantes. Agora, o que preenche cada canto é algo menor… mais suave… mas infinitamente mais poderoso.
Um choro leve.
Um resmungo.
O som de uma respiração pequenininha no meio da madrugada.
Vida.
Estou sentada no sofá da sala, com Agnes nos braços, balançando devagar enquanto observo o jardim pela janela. A luz da manhã entra suave, iluminando o ambiente de um jeito quase tranqui