Capítulo vinte e nove

O silêncio se estende por um segundo longo demais.

Eu consigo ouvir minha própria respiração, irregular, presa no peito, enquanto observo aquela cena como se estivesse fora do meu próprio corpo. O homem ajoelhado mal se sustenta, o sangue escorrendo pelo canto da boca, mas ainda assim… ele sorri.

Um sorriso torto.

Provocador.

Perigoso.

Ares permanece agachado à frente dele, imóvel… mas há algo ali. Algo contido. Algo que eu já reconheço.

Violência.

Controlada por um fio.

— Eu não tenho tempo pr
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