O som dos aparelhos é constante.
Regular.
Quase hipnótico.
Fico sentada ao lado da cama, sem me mover, como se qualquer gesto pudesse quebrar aquele frágil equilíbrio que mantém Ares ali… respirando.
Vivo.
Minha mão ainda está na dele.
Entrelaçada.
Firme.
Como se fosse uma âncora.
As horas passam devagar demais.
Cada segundo arrastado.
Cada pequeno movimento dele me fazendo prender a respiração.
Às vezes acho que vi os dedos dele se mexerem.
Às vezes acho que é só a minha mente ten