Empurrei a porta de madeira da mansão de Sicília, sentindo o aroma familiar de especiarias e ervas frescas que sempre me acalmava. O lugar era grande, gelado e se não fosse pela presença de Nani, ficaria ainda mais frio do que aparentava.
Sim, depois de uma semana intensa que passei na presença dos irmãos Coppola, retornei para cada.
Ao entrar, fui recebida por um sorriso caloroso de Nani, que se aproximou com passos lentos, como se tivesse esperado por mim.
— Isa, minha bambina! — exclamou a senhora, me abraçando com força. — Quanto tempo!
Correspondi, sentindo uma mistura de alívio e ternura. Nani sempre teve o dom de fazer o tempo parecer menos pesado, de tornar o mundo menos complicado. Ela me conduziu até a cozinha, onde o aroma de alho e manjericão se misturava ao calor do fogão.
— E hoje o que vai ser? —perguntei, sorrindo.
— Ah, minha querida, pensei em preparar seu prato favorito! — Nani respondeu, com um brilho nos olhos. — Você merece.
Enquanto Nani cortava os legumes e me