O sol da manhã entrou timidamente pela janela do quarto do hospital, pintando o ambiente com uma luz dourada que parecia prometer dias melhores. Eu acordei com uma sensação estranha: ainda estava fraca, mas algo dentro de mim queria sair daquele quarto, daquele cheiro constante de antisséptico e máquinas.
Enzo estava ali, sentado numa cadeira ao lado da minha cama, com o rosto cansado, mas firme. Ele havia passado a noite inteira ali, sem dormir, só me observando.
— Bom dia — murmurei, com a vo