O barulho seco da porta batendo fez Marco me olhar de soslaio.
Eu já estava de pé antes mesmo que ele falasse.
— Luca… — ele começou, com aquela voz de aviso que ele só usava quando as coisas estavam prestes a sair do controle.
— Fala logo — rosnei, pegando meu paletó e indo em direção ao hall da mansão.
— É sobre a Sara. — As palavras saíram devagar. — Ela foi atacada esta noite. Enzo tá com ela no hospital central. Tá estável. Mas... foi grave.
Parei.
Só por um segundo.
Como se meu co