O celular vibrou no bolso da minha calça com uma urgência estranha.
Era tarde.
Eu estava saindo da sala de vigilância na mansão de Luca, depois de revisar pela milésima vez o circuito de segurança atualizado por Rafael. Nada de anormal. Mas aquele instinto — aquele que nunca falhava — já vinha roncando baixinho dentro do meu peito desde o início da noite.
Peguei o aparelho.
Chamada perdida. Sara.
O mundo parou por um segundo.
Ela nunca me ligava. Não assim. E a hora… algo estava errado.