Capítulo 57

O celular vibrou no bolso da minha calça com uma urgência estranha.

Era tarde.

Eu estava saindo da sala de vigilância na mansão de Luca, depois de revisar pela milésima vez o circuito de segurança atualizado por Rafael. Nada de anormal. Mas aquele instinto — aquele que nunca falhava — já vinha roncando baixinho dentro do meu peito desde o início da noite.

Peguei o aparelho.

Chamada perdida. Sara.

O mundo parou por um segundo.

Ela nunca me ligava. Não assim. E a hora… algo estava errado.

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