A semana passou como um borrão de turnos intermináveis, plantões caóticos e mensagens trocadas com Enzo que me mantinham respirando quando tudo o resto parecia me sufocar.
Ele não me cobrava. Não me apressava.
Só respondia com aquela calma precisa dele, às vezes com frases curtas, outras com devaneios que me faziam corar. Era como se, mesmo à distância, ele me tocasse com palavras. Como se soubesse exatamente até onde podia ir… e até onde eu queria ser levada.
Eu respondia quando podia. Dura