Aedan e Elena galopavam sob a luz pálida da lua, cortando os campos de Ehl’Aran como flechas vivas. Os ventos traziam presságios — gritos distantes, uivos que pareciam ecoar do próprio tempo. Mas nem o medo nem a dúvida mais encontravam espaço entre eles. Havia apenas uma direção, e o destino os aguardava ao final.
Quando chegaram à entrada da câmara subterrânea, o ar ali era diferente. Denso, vibrante, como se cada pedra conhecesse seus nomes. Os portões estavam cobertos por inscrições antigas