O silêncio no santuário era denso, quase sagrado. As paredes de pedra cobertas por musgos antigos pareciam conter mil segredos em cada rachadura. Elena caminhava com passos lentos, guiada por velas encantadas que flutuavam à sua frente. Havia apenas uma Guardiã viva capaz de levá-la até ali: Kaelya, a mais velha do círculo, e a última que ainda falava com os espíritos do tempo.
— Este lugar foi selado desde a Grande Queda — disse Kaelya, com a voz rouca como vento entre pedras. — Você é a prime