O salão do Hotel Imperial fervilhava. Luzes de cristal pendiam do teto como estrelas domesticadas, e os mais poderosos nomes do setor da beleza se misturavam entre taças de champanhe e sorrisos forçados. A D’Ávila Cosméticos lançava sua nova linha de perfumes, e Valentina era o rosto — e o coração — por trás de cada fragrância.
Mas não estava sozinha.
Dante, de terno escuro perfeitamente ajustado, estava ao seu lado. Oficialmente, como sócio. Extraoficialmente, como seu "marido". A imprensa ado