O sol mal havia rompido o horizonte quando Clarice foi acordada pelo som firme de batidas na porta. Abriu os olhos devagar, sentindo o peso agradável do sono misturado ao calor do pingente em sua mão.
— Entre — disse, ainda com a voz sonolenta.
Nara surgiu, já vestida e penteada, carregando um sorriso vitorioso. — Levanta, comandante. O vestido chegou.
Clarice ergueu-se na cama, prendendo os cabelos num coque rápido. — Tão cedo assim?
— Quanto antes provar, mais cedo podemos fazer ajustes. — Na